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MINHA VIDA,
MINHA HISTÓRIA

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     A fotografia entrou na minha vida muito antes de eu sequer imaginar que se tornaria parte fundamental dela. Sempre fui aquela que registrava tudo — a amiga que carregava a câmera, filmes extras na bolsa e passava mais tempo com os olhos atrás das lentes do que propriamente vivendo os lugares. Ainda assim, de alguma forma, eu vivia tudo com mais intensidade.

       Houve um tempo em que fotografar era quase um ritual. As câmeras eram analógicas, o processo era lento, e existia algo mágico em ver uma imagem surgir no papel. Desde então, me encantei por essa possibilidade de congelar o instante — transformar o efêmero em eterno.

Cresci assim: fascinada por aquilo que não volta, mas pode ser sentido novamente através de uma imagem.

 

     ​Me formei em biologia, mas nunca consegui, de fato, ser bióloga. Meu coração sempre esteve em outro lugar — no tempo, no olhar, na emoção. E talvez por isso, fui buscar o mundo. Vivi experiências intensas, morei na África do Sul, acampei pelo leste africano, naveguei em veleiro, em navios... trabalhei com o improvável. Ganhei repertório, sensibilidade e profundidade. 

     E fotografei. Tudo. Todos. Cada detalhe, cada dor, cada maravilhamento.

Até entender que meu lugar no mundo não era um lugar — era o olhar.

Quando me tornei mãe, tudo mudou novamente. A maternidade transformou minha forma de existir e de enxergar a vida. E foi ali, diante da potência do nascimento, que encontrei minha maior conexão.

     O instante em que um ser chega ao mundo… o primeiro respiro, o choro que anuncia a vida, a força, a entrega, o amor em estado bruto. Aquilo me atravessou de uma forma que não tinha mais volta. Foi então que uni tudo o que sempre foi essencial para mim: fotografia, emoção e verdade.

     Fui uma das pioneiras no Brasil na fotografia de parto humanizado, registrando momentos únicos, intensos e irrepetíveis, e atuando em paralelo como doula . Essa trajetória moldou completamente o meu olhar. 

     Hoje, levo essa mesma sensibilidade para tudo o que faço. Me especializei em ensaios femininos porque acredito profundamente que toda mulher merece se enxergar com mais amor, leveza e potência. Meu trabalho vai além da imagem — é uma experiência de reconexão.

     Também fotografo famílias e eventos de forma natural e emocional, sempre buscando aquilo que não se repete: o gesto, o olhar, o sentir.

     Esse é o caminho que trilho — com a certeza de estar cumprindo a missão da minha alma, fazendo tudo com amor, presença e gratidão.

SEJA BEM VINDA AO MEU OLHAR!

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POR QUE MEU TRABALHO É  DIFERENTE?

Eu não estou ali apenas para fotografar.
Estou ali para perceber.

Existe uma escuta no meu trabalho — mesmo quando ninguém está falando. Eu observo os detalhes, os gestos, os silêncios. Aquilo que muitas vezes passa despercebido… mas que carrega tudo.

Cada ensaio é conduzido com leveza, sem pressa, respeitando o seu tempo e a sua história. Não acredito em poses engessadas, nem em perfeição forçada. Acredito na beleza do que é real.

Meu olhar foi construído em experiências intensas — na maternidade, nos nascimentos, nas histórias que atravessei e registrei. E é isso que levo para cada mulher, cada família, cada momento que fotografo.

Mais do que imagens bonitas, eu entrego memória, sentimento e verdade.

Porque, no fim, o que importa…
é como você se sente ao se ver.

QUE ESSE SEJA O COMEÇO
DA NOSSA AMIZADE

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